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terça-feira, 28 de março de 2017

PENSAMENTO FUNDMENTAL

Dahlias
Pondera Calvino que é uma tentação para a Igreja – e para os pastores – deixar a obra de assistência social tomar a dianteira sobre o ministério da Palavra – André Biéler 
 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 
Dahlias

ESBOÇO DE SERMÃO

Salmo 133:1

 
Bom – que tem todas as qualidades adequadas à sua natureza ou função
 
Agradável – aprazível, deleitável, ambiente agradável;
 
Viver – coexistir;
 
Unidos – que  se uniu, junto, legado;
 
Irmãos – filhos do mesmo pai, membro de uma confraria, irmandade.
 

QUANDO VIVEMOS UMA UNIDADE

m. peres s.
 
 

     I – Criamos Comunhão para Socorrer

 
     Socorrer a quem? – fracos, doentes, cansados, desesperados, desvalidos, solitários, sem rumo, perdidos, ansiosos, amargurados, pobres.
 
     Só a comunhão socorre.
     Comunhão: 1. ter em comum com alguém; dividir, compartilhar; companheiro aquele com quem a gente divide o pão, também a angústia, desafios, utopias, etc.
     Baixamos a nossa guarda, procuramos compreender, não julgar, no solidarizamos.
 
     II – Valorizamos a Proximidade para Conhecer
 
     Quem é o meu irmão? Quem é o outro que está na comunidade comigo?
     Quem é o meu próximo? Somos um rebanho de desconhecidos?
     Quais são suas virtudes, seus talentos, anseios, sonhos, planos?
     Quais são seus temos, medos? Somos incógnitas uns para os outros?
 

     III – Desenvolvemos Força Para Lutar

 
     Nossa visão,
     nossa missão,
     nosso objetivo comum
     Por um objetivo comum

Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 

TEXTO

Algo Mais Dentro do Sapato
Manoel Peres Sobrinho
 
 
Das muitas experiências por que passamos na vida, só aquelas, que tingem de cores muito fortes o nosso dia-a-dia é que serão lembradas como definitivamente transformadoras. As demais serão amarradas num extenso volume de enfadonha realidade.
Depois de muita discussão, ficou acertado: a família precisava sair e mudar-se para outro lugar mais favorável à recuperação da saúde da mãe de M. Kov. Por causa da ingestão de pó, por muito tempo em seu trabalho insalubre na fábrica de tecidos, adquiriu uma profunda insuficiência respiratória. Com isso, ficou condenada a viver com um chiado permanente nos pulmões além, de uma respiração ofegante e trabalhosa.
Pra onde deveriam ir? A decisão recaiu no bairro do Rio Acima. Lá havia começado um novo loteamento, com preços bem acessíveis, além de prestações a perder de vista, para cada lote. Lugar alto, ventoso, muito arborizado, e o que era mais importante: sem nenhum tipo de poluição, de qualquer natureza.
O que parecia ser uma solução viável e feliz para família, entretanto, transformou-se em um terrível pesadelo para M. Kov.
"Como assim?" Pensava ele.  "Simples, assim?" Como ficariam as suas amizades? O lastro de conhecimento com seus amigos e todas aquelas experiências, amarradas num compromisso de eterna amizade. Nesse instante ele percebeu: nem tudo na vida podemos garantir o seu sucesso e a sua permanência. E o que é pior: quando queremos tentar salvar alguma coisa de nossas vidas, outras deverão ser conscientemente sacrificadas. É a lei da sobrevivência.
Montado em algumas promessas feitas e bem arquitetadas por seu pai, M. Kov mudou-se para o Rio Acima, sem saber o que o esperava. Em seu coraçãozinho de criança, amizades permanentes nunca mais. Era a sua primeira decepção, sua primeira perda substancial, na experiência do que nos reserva a vida, quando queremos melhorar o nosso futuro.
Da Chave que ele conhecia e muito bem, o Rio Acima não lembrava nada. Na Chave as ruas eram retas, com casas de ambos os lados e geminadas. As calçadas, muito bem feitas, acompanhavam a simetria das ruas. Tudo tinha muito sentido e caminhava para algum lugar. Já, no Rio Acima, tudo era mato, mato e mato!
Onde seu pai havia comprado o lote era cercado de uma enorme plantação de eucaliptos. Árvores compridas, retíssimas, de varas finas. O que era pior deixava o solo esturricado, pois, absorvia toda umidade. Mas em compensação havia algumas novidades e outras coisas, que ele, até então, nunca havia visto antes.
Sua casa resumia-se em tão somente dois cômodos, sem rebocar, que seu pai, que era pedreiro, construíra às pressas para a mudança da família. A casa cercada de eucaliptos era envolvida também pelos uivos noturnos das árvores cantando sob a orquestração de fortes ventos. Vez por outra, em tempos de chuva, podia-se ver uma ponta de eucalipto sendo arrancada por um raio que a atingia. O frescor e a fragrância eram percebidos a distancia. Parecia um novo mundo, porque, na verdade, era uma nova terra.
Uma peculiaridade daquele lugar era a presença de muitas folhas no chão que se desprendiam, formando uma extensa e densa manta sobre a terra, local propício para a criação de muitos insetos e outras criaturas mais.
M. Kov, por seu turno, não era daqueles que levava muito a serio a limpeza e a preservação dos seus sapatos. Tanto, que depois de usá-los, os atirava em baixo da cama, com meias e tudo, pra só saber deles quando deles necessitasse em outra ocasião.
Fã número um da Matinée do cinema do Beranger, não perdia um espetáculo aos domingos. Num domingo chuvoso e triste, não pensou duas vezes. Arranjou uns trocados com o pai para a entrada e os amendoins e, foi para a sua matinée.
Ocorre que já dentro do cinema sentado em sua poltrona, vez por outra, sentia algo que se mexia na ponta de seus dedos do pé direito. A princípio, pensou que era uma dormência nos dedos ou, até, os seus próprios dedos que haviam ficado remontados nos sapatos. O primeiro filme acabou, veio o intervalo. E ele saiu e comprou pipocas e amendoim e, entrou novamente. O incômodo nos dedos do pé direito aumentou. Mas ansioso em não perder o melhor da tarde, que era o filme seguinte, resolveu ignorar aquela pequena perturbação.
Terminado o filme, saiu do cinema, ainda chovia. No pé a "coisa" resolveu se manifestar mesmo! Não podendo mais ignorar aquela situação, M. Kov procurou abrigo debaixo do toldo de uma padaria próxima, por causa da chuva, e arrancou  apressadamente o sapato e o atirou ao chão. Dele, saltou uma enorme aranha, que aliviada se viu livre daquele sufocante incômodo. 
 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 

A IMITAÇÃO DE CRISTO - Tomás A. Kempis

  
CAPÍTULO 5
Da leitura das Sagradas Escrituras
1. Nas Sagradas Escrituras devemos buscar a verdade, e não a eloquência. Todo livro sagrado deve ser lido com o mesmo espírito que o ditou. Nas Escrituras devemos antes buscar nosso proveito que a sutileza da linguagem. Tão grata nos deve ser a leitura dos livros simples e piedosos, como a dos sublimes e profundos. Não te mova a autoridade do escritor, se é ou não de grandes conhecimentos literários; ao contrário, lê com puro amor a verdade. Não procures saber quem o disse; mas considera o que se diz.
2. Os homens passam, mas a verdade do Senhor permanece eternamente (Sl 116,2). De vários modos nos fala Deus, sem acepção de pessoa. A nossa curiosidade nos embaraça, muitas vezes, na leitura das Escrituras; porque queremos compreender e discutir o que se devia passar singelamente. Se queres tirar proveito, lê com humildade, simplicidade e fé, sem cuidar jamais do renome de letrado. Pergunta de boa vontade e ouve calado as palavras dos santos; nem te desagradem as sentenças dos velhos, porque eles não falam sem razão. 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 

CÂNONES DE DORT

Artigo 8 ‑ 

0 sério chamado pelo Evangelho

     Tantos quantos; são chamados pelo Evangelho, o são seriamente. Porque Deus revela séria e sinceramente em sua Palavra o que lhe agrada, a saber, que aqueles que são chamados venham a ele. Ele também seriamente promete descanso para a alma e vida eterna a todos que a ele vierem e crerem.
 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S. 

CATECISMO BATISTA

Pergunta: 

Quem é o Redentor dos eleitos de Deus?

Resposta: 

     O único Redentor dos eleitos de Deus é o Senhor Jesus Cristo (I Timóteo 2:5), 
     que sendo o Filho eterno de Deus, se tornou homem (João 1:14), 
     sendo e continuando a ser Deus e Homem, com duas naturezas distintas e uma pessoa para sempre (Colossenses 2:9). 
 
Con la gracia de Dios  - M. Peres S.